Para o menino-bolha (teatro para crianças)

Foto Ruhan Cavalcante

Com texto e direção de Paula Lice, Para o menino-bolha conta a história de duas crianças que não sabem fazer amigos e um dia se encontram através de um amigo imaginário em comum: a Girafa. A peça apresenta um encontro de amizade entre Maria da Graça e Pedro. Ela não sabe muito bem como fazer amigos de verdade, convive com sua pequena família e conversa muito com a Girafa, seu único confidente. Já Pedro é um menino que não toma sol, não sabe andar de bicicleta e tem medo de sair de casa. Vive com a mãe e adora comer sonhos. Maria da Graça está lendo o livro que suas tias-avós lhe deram, “A Gilafa”. O mesmo que Pedro ganha da mãe e começa a ler. É quando uma girafa costura com um balão vermelho, dois mundos.

O espetáculo cumpriu sua primeira temporada no Espaço Xisto Bahia, participou da terceira edição do Festival Xistinho, da décima edição da Mostra Sesc de Artes e da segunda edição do FESTECA, encerrando o ano de 2014 com três indicações ao Prêmio Braskem de Teatro: melhor texto, direção e espetáculo. O ano de 2015 foi recebido com uma nova temporada no Teatro Sesi do Rio Vermelho e com a premiação de melhor texto no Prêmio Braskem de Teatro. Em 2016, Para o menino-bolha realizará sua primeira circulação, através do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, pelas cidades de Salvador (BA), Santo Amaro (BA), Aracaju (SE) e Recife (PE).

Ficha Técnica

Texto/Direção: Paula Lice/ Elenco: Daniel Calibam, Felipe Benevides, Igor Epifânio, Lia Lordelo, Vinícius Bustani, Yoshi Aguiar/ Direção Musical/Trilha Sonora: Ronei Jorge e João Meirelles/ Direção de Arte: Mayra Lins/ Cenotécnica: Yoshi Aguiar/ Iluminação: Márcio Nonato/ Figurino/Maquiagem: Rino Carvalho/ Operação de som: Tiago Lins/ Operação de luz: Débora Medeiros/ Produção: Tais Bichara

Jessy (documentário curta-metragem)

Fotos: Agnes Cajaiba, Angelo Rosario, Jeronimo Soffer

Jéssica Cristopherry! Assim se chamavam todas as personagens da infância de Paula Lice. Atriz, dramaturga e mulher, Paula conta com o apoio das madrinhas Carolina Vargas, Gina d’Mascar, Mitta Lux, Rainha Loulou e Valérie O’hara, para resgatar Jéssica e realizar o desejo de ser transformista. O filme de estreia da Buh!fu Filmes, parceria entre os artistas Rodrigo Luna, Ronei Jorge e Paula Lice, documenta a construção de Jéssica e homenageia carinhosamente a cena transformista soteropolitana. O documentário, produzido em parceria com a Movioca, conta com recursos da Demanda Espontânea da Secult/BA e tem sua estreia prevista para 2013. Jessy inspirou a série “Drag me as a queen”, em exibição no Canal E!. Uma co-criação de Paula Lice e Amadeu Alban.

Ficha Técnica resumida: 

Elenco – Paula Lice, Aldo Zeck, Bruno Santiago, Jean Carlos Macêdo, Luiz Santana, Valécio Santos e Rodrigo Dourado/ Roteiro e Direção – Paula Lice, Ronei Jorge e Rodrigo Luna/ Produção Executiva – Amadeu Albán, Paula Lice, Ronei Jorges e Rodrigo Luna/ Direção de Produção/Assistência de Direção – Roberta Martins/ Direção de Fotografia – Jeronimo Soffer/ Documentário de estreia da Buh!Fu Filmes, parceria entre os artistas Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge

Prêmios:

  • 6o. Festival de Cinema de Triunfo  – Premio ABD-APECI de Melhor Curta Nacional “por sua abordagem original e arrebatadora sobre a questão de gênero” e Prêmio do Juri Oficial de Melhor Atriz para Paula Lice (pelo filme Jessy);
  • IV Cachoeira Doc – Melhor curta pelo juri jovem;
  • 23 Cine Ceará – Troféu Mucuripe de Melhor Curta na Mostra Competitiva Brasileira de Curta-Metragem; ;
  • Festival do Rio 2013- Prêmio do Público de Melhor Curta-metragem;
  • IX Panorama Internacional Coise de Cinema (Salvador, Bahia) – Melhor Curta Nacional
  • Amazonas Film Festival (Manaus, AM) – Melhor Roteiro;
  • Curta Vale 2013 – Melhor curta documentário da mostra bahiana
  • Recifest – Premio ABD-APECI de Melhor Curta;
  • 6 Curta Taquary (Tarary, PE) – Melhor Roteiro
  • 10ª Cine MUBE Vitrine Independente – Menção especial “pelo generoso, divertido e explosivo olhar para as questões de gênero”.
  • XII Araribóia Cine Prêmio de Melhor Filme pelo júri Imagens em Diálogo e pelo júri Amigos na Cultura e Menção Honrosa do Júri Oficial.

Quarto Azul (dança para crianças)

O que você pensa quando está andando nas nuvens? Você sente algodão nos pés? Você sente leveza? É medo o que você sente? Motivados pela ideia-sensação de andar nas nuvens, os dançarinos criadores, junto à equipe de criação do espetáculo, tiveram como foco de sua investigação corporal, o movimento aéreo. Quarto Azul é um espetáculo de Dança feito para crianças, que cumpriu sua primeira temporada no Parque Solar Boa Vista de Brotas, em outubro de 2013, com recursos do Prêmio Funarte Petrobrás de Dança Klauss Viana.

Fotos: João Meirelles

Ficha Técnica: 

CONCEPÇÃO E DIREÇÃO: Márcio Nonato/ DRAMATURGIA: Paula Lice/ PRODUÇÃO: Paula Lice e Ricardo Fagundes/ INTÉPRETES-CRIADORES: Adelena Rios, Jorge Oliveira, Lucas Valentim e Olga Lamas/ AMBIÊNCIA SONORA E DE VÍDEO: MIKU (Adelena Rios e DJ Dexter)/ FIGURINOS: Rino Carvalho/ REALIZAÇÃO: Núcleo VAGAPARA/ Pequena Sala de Ideias/ Triunfo Produções

As Borboletas (dança)

“As Borboletas” é um espetáculo de Dança, estreado em abril de 2011, inspirado no conto “Uma história de borboletas” de Caio Fernando Abreu que contou com recursos do Estado da Bahia através do edital Yanka Rudzka de apoio à montagem de espetáculos de Dança.  Trata-se de mais uma realização do Núcleo VAGAPARA, com direção de Paula Lice e atuação dos dançarinos Lucas Valentim e Thulio Guzman.  De forma colaborativa, o espetáculo foi construído a partir da contribuição de usuários do CAPS de Pojuca. O dramaturgo Fábio Costa e a psicóloga Liliane Sales completam a equipe de criação da montagem.

O espetáculo cumpriu temporada no Centro de Cultura e Entretenimento de Pojuca e no CAPS Garcia em Salvador, tendo se apresentado também nos teatros Gamboa Nova e XVIII. Em novembro de 2011, participou do II Encontro O que é isso? de Dança, ciclo de debates, oficinas e espetáculos que discutiram dança inclusiva e, em 2012, integrou a programação do projeto VAGAPARAÇÕES – Autonomia e Colaboração, manutenção do Núcleo VAGAPARA, realizada com subsídios do Governo da Bahia, através do Edital de Manutenção de Grupos. Também em 2012, cumpriu sua primeira circulação, pelos CAPS de Salvador e Região Metropolitana, através do Edital de Demanda Espontânea da SECULT e em 2013 cumpriu nova circulação pelos CAPS através do Programa de Cultura Banco do Nordeste/ BNDS – Edição 2012.

Fotos de Tiago Lima e Gal Cavalcante

Ficha Técnica: 

Direção: Paula Lice/ Dançarinos: Lucas Valentim e Thulio Guzman/ Produção: Paula Lice, Lucas Valentim e Thulio Guzman/ Dramaturgia: Fábio Costa/ Direção Musical e Trilha Sonora: Ronei Jorge e Luciano Simas/ Iluminação-Cenário: Márcio Nonato/ Figurino: Soddi/

Miúda e o guarda-chuva (teatro/animação para crianças)

O espetáculo infanto-juvenil “Miúda e o guarda-chuva” estreou em 2009, com subsídios do Edital Manoel Lopes Pontes e do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. Inspirado no conto homônimo de Paula Lice, o espetáculo teve direção e dramaturgia assinadas em parceria por Paula Lice e Victor Cayres. Depois da estréia nos palcos, “Miúda e o guarda-chuva” ganhou versão para TV, produzida pela Santo Forte, com desenhos de Igor Souza e direção de Amadeu Alban e Jorge Alencar. O episódio-piloto de série de animação foi contemplado pelo ANIMATV e estreou na TV Cultura e na TV Brasil em janeiro de 2010. A animação foi selecionada para a mostra oficial do Festival Internacional du Film D’Animation de Annecy, o Animamundi (RJ, SP), o Animaí (BA), o Festival Internacional de Cinema Infantil (RJ) e o Animagem (PE), entre outros, e recebeu uma menção honrosa no Expotoons, Argentina. No segundo semestre de 2010, o espetáculo Miúda e o guarda-chuva foi o único infantil selecionado para participar do FIAC – Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia. Em 2019, estreou a versão em longa-metragem de animação, através da Movioca e da Santo Forte, com recursos da Demanda Espontânea Secult/BA e do Fundo Setorial do Audiovisual.

Miúda alimenta diariamente sua planta carnívora com formigas. Estas, cansadas de serem comidas, arquitetam planos extraordinários para evitarem seu triste fim e tentam de diversas maneiras se comunicar com Miúda através de mensagens enigmáticas. É na tensão entre estes personagens que Miúda e o guarda-chuva sustenta a sua dramaticidade e se apropria de forma leve de temas como o amor, a solidão e as transformações humanas.

Fotos: João Meirelles

Ficha Técnica da peça

Texto e Direção – Paula Lice e Victor Cayres/ Produção – Paula Lice e Victor Cayres/ Trilha sonora e Direção Musical – Luciano Simas e Ronei Jorge/ Elenco – Daniel Calibam, Laura Franco e Yoshi Aguiar/ Cenografia – Yoshi Aguiar/ Figurino – Miniusina de Criação

Ficha Técnica da animação:

Direção: Amadeu Alban, Paula Lice e Victor Cayres/ Produção Executiva: Amadeu Alban, Marcio Yatsuda e João Calmon/ Roteiro: Paula Lice e Victor Cayres/ Direção de Arte: Igor Souza/ Distribuidora: Fênix Filmes/ Trilha Musical: Luciano Simas e Ronei Jorge/ Trilha Sonora Original: Luciano Simas e Ronei Jorge/ Montagem: Amadeu Alban/ Desenho de Som: Jorge Solovera/ Elenco: Miúda – Luana Carrera/ Planta Carnívora – Harildo Deda/ Formiga Azul – Daniel Calibam/ Formiga Branca – Yoshi Aguiar/ Seu Zé – Fábio Costa/ Inércia –Ariane Souza